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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Você é um dono responsável ?




Teste: Você é um dono responsável?
Responda o questionário e confira o seu perfil no final. Anote quantas respostas vermelhas e verdes você terá.

1. Se você decidisse comprar um cão, procuraria informações sobre a raça, tamanho quando adulto e temperamento? Você agiu assim quando comprou o seu amigão?
 SIM NÃO ("Procuraria um filhote bem bonitinho")

Antes de comprar um cão, é im
portante saber as particularidades sobre a raça (pelagem, tosa, etc.) e se você terá tempo para cuidar dele. Procure saber o tamanho que o cão terá quando adulto. Será que há espaço suficiente para criá-lo em sua casa? Pergunte sobre o temperamento dos pais para não comprar um cão que possa se tornar agressivo.

2. Seu cachorro passa o dia sozinho, na corrente ou preso no canil?
 NÃO
 SIM ("Não tenho tempo para ele." ou "Quero que ele seja um bom cão de guarda.").
 

Se a sua resposta foi SIM, não estranhe se ele se tornar uma "fera" ou um animal que avança em pessoas ou em outros cães. O cão, desde filhote, tem que se socializar, ter contato com as pessoas da família, com outros cães e passear na rua (após a vacinação). Todo o cão precisa da companhia do dono, exercícios e brincadeiras. 


3. Quando você leva seu cão à rua para um passeio, utiliza coleira e guia?
 SIM
 NÃO ("Ele sabe andar sozinho.")


Se você responder NÃO, há grandes chances de seu cão ser atropelado, de atacar ou ser atacado por um outro cão, de morder alguém, e de você ser multado, já que a guia é de uso obrigatório por lei. Se o seu cão é pequeno ou médio, e de bom temperamento, use guias extensoras para maior segurança.

4. Você alimenta seu cão com restos de comida?
 NÃO, ofereço alimento próprio para cães (ração).
 SIM ("Ele adora e não aceita ração")


O melhor alimento para os cães é a ração que, além de deixar os cães mais saudáveis, deixam as fezes sempre consistentes. Acostumando o animal desde filhote, ele aceitará a ração sem problemas. Existem rações úmidas (em latinha) para aqueles cães que não aceitam ração seca.
 
5. Você vacina seu cão anualmente contra todas as doenças de cães e a raiva?
 SIM
 NÃO ("Quando muito, dou a vacina da raiva na campanha") 


Além de vacinar o cão contra a raiva, você deve vacinar seu cão todo o ano contra as doenças mais comuns em cães como parvovirose, cinomose e outras, a partir de 60 dias de idade. Se a vacina não for feita anualmente, sair na rua com seu cão é um risco muito grande. 
6. Caso seu cão seja de guarda, você toma medidas de segurança como manter o portão fechado, muros altos, placas de advertência e prender o cachorro quando abrir a garagem para sair?
 SIM
 NÃO ("Ele não sai.")


Se você respondeu NÃO, saiba que essa imprudência é a maior causadora de acidentes com cães de guarda. Cães podem escapar ou fugir. Se passar uma pessoa correndo, se alguém gritar na rua ou passar uma bicicleta, se ele vir um outro cão ou um gato, pode sair e atacar. Se o seu cão morder alguém por negligência sua, você responderá civil e criminalmente pelos danos que ele causar. Pense nisso...

7. Você recolhe as fezes do seu cão das ruas?
 SIM
 NÃO ("Tenho vergonha, acho que as pessoas vão rir de mim" ou "Ninguém cata, por que eu vou catar?")
Além de sujar as ruas, as fezes de cães podem transmitir viroses e vermes a outros cães. Seu cão pode adoecer! Sujar é mais vergonhoso do que catar. Se todos colaborarem, as ruas ficam mais limpas e os cães terão menos riscos de contraírem doenças na rua. 

8. Quando seu cão adoece, você tenta tratá-lo com remédios que tem em casa antes de levá-lo ao veterinário?
 NÃO
 SIM ("Eu pergunto o que dar para o atendente do pet shop" ou "Veterinário é muito caro, só em último caso.")
 

Muitas doenças têm sintomas parecidos e é preciso conhecimento para diagnosticar e indicar o medicamento certo. Dando remédios receitados por leigos, você "mascara" os sintomas, dificulta o trabalho do veterinário e atrasa o início do tratamento. Em casos graves, essa pode ser a diferença entre salvar seu cão ou perdê-lo...

9. Na hora de acasalar, você procura orientação do veterinário?
 SIM
 NÃO ("Cachorro sabe fazer tudo sozinho, não precisa de ajuda")
 

Você sabia que existem animais que não devem acasalar por causa de doenças genéticas? Além disso, a cadela deve ser preparada antes do acasalamento para que a ninhada seja saudável e ela não corra riscos durante o parto. 

10. Seu cão possui um abrigo nos dias de chuva e frio?
 SIM
 NÃO ("Cachorro tem pelo, não sente frio") 


Cães sentem frio como qualquer animal de sangue quente, podem se resfriar e até ter pneunomia. É dever do dono oferecer uma casinha ou abrigo para o animal em dias de chuva e frio, principalmente para os animais que vivem em quintais. 

RESULTADO
Se você teve todas as respostas , considere-se um dono responsável. Parabéns, todos deveriam agir como você!
Se você teve algumas poucas respostas , terá que repensar algumas posturas suas como proprietário, mas está no caminho certo.
Se você teve a maioria das respostas  (claro que esse não deve ser o seu caso), questione-se porque você comprou um cão. Ter um animal de estimação requer cuidados e exige responsabilidade do proprietário. Pense nisso!

sábado, 4 de maio de 2013

Como escolher um Adestrador ou Dog Walker


Bom dia , sinto a insegurança em muitos clientes no sentido de como saber distinguir um bom profissional , sendo ele adestrador ou passeador de cães .
Acredito muito que em como todo ramo , existem muitas pessoas visando apenas dinheiro e deixando de lado o amor pelo que faz , assim expondo seu melhor amigo à situações de risco e traumas que podem ser irreverssíveis .
Aqui vão algumas dicas :

1 -Procure um profissional com referências

2- Agende uma visita sem compromissso para conhecer o mesmo e posicionar suas necessidades com seu cão 

3- Conheça algum cão que foi adestrado ou passeia com o mesmo

4-Verifique a metodologia usada no adestramento

5-Certifique se que o profissional é certificado em adestramento e também em dog walker , e que conste como apto a exercer a função com maestria em qualquer situação

6-Confira os equipamentos utilizados principalmente em passeios , como guias , colares , mosquetões e kits de primeiros socorros

7-Procure saber o procedimento e grau de conhecimento do mesmo em caso de algum acidente acontecer com seu cão, pois querendo ou não eles podem acontecer e o importante é saber como agir com seu peludo assim proporcionando segurança para o mesmo em qualquer situação 

8-Sempre que possível acompanhe algum passeio ou aula de adestramento 

9-Exija sempre um profissional que tenha um bom nível de conhecimento da raça que está sendo confiada ao mesmo 

10-é muito importante que o profissional entenda muito sobre comportamento e psicologia canina , para evolução e para proporcionar momentos agradáveis com seu aumigão .
                                 Eduardo JS DOGGS Adestramento e Dog Walker  

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ninhada Prevista para Março de 2013


Para quem está procurando Border collies de verdade , pedigree azul , microchipados , linhagem de campeões de beleza da raça e agility. Controle de doenças e laudos tudo ok .
Herz Der Welt Border Collie .Faça já sua reserva . e Lembrando que filhotes adquiridos no Herz Der Welt Border Collie , tem desconto no adestramento comigo .


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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Alimentação Canina

Me perguntam muito sobre alimentação canina , o ideal seria uma ração super premium e água fresca.
No momento existem inumeras rações super premium no mercado . Eu utilizo e recomendo a Royal Canin e a Eukanuba , que na minha opinião são as melhores rações no momento que existem no mercado . E fica a dica ,a unica ração não ( transgênica ) no mercado pet é a EUKANUBA visando assim a qualidade de vida e longevidade de seu cão .


JS DOGSS

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Criada vacina contra doença do carrapato

Criada em Israel vacina contra a doença do carrapato
Substância ainda em teste pode evitar febre comum em cachorros
Vacina livraria cães da “doença do carrapato”, que pode ser letal 



Uma descoberta acidental pode salvar a vida de cães em todo o mundo. Durante testes para o estudo de bactérias em animais, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiram desenvolver uma vacina contra a erliquiose monocíclica canina, a chamada “doença do carrapato”, uma das enfermidades mais comuns, contagiosas, dolorosas e fatais para cachorros. A doença leva cães a sofrerem com coceiras, febre, falta de apetite, sangramento pelo nariz e fraqueza, além de causar morte em casos mais graves. Ela também afeta raposas, lobos e outros canídeos, além de gatos e até mesmo humanos, mesmo que com mais raridade. 

A novidade foi revelada quando uma equipe da Escola de Veterinária Koret, em Rehovot (Sul de Israel), ligada à Universidade Hebraica, desenvolvia projetos a partir de bactérias relacionadas a cães. Em certo momento, os pesquisadores perceberam que uma das bactérias, a Ehrlichia canis, que causa a erliquiose monocíclica canina, estava reagindo de forma estranha. 

— Estávamos lidando com outra pesquisa quando notamos que a bateria que estávamos usando experimentava mudanças, estava enfraquecendo. Esse foi o momento em que eu e meu colega, o professor Gad Baneth, decidimos checar se essa tendência poderia ser usada como vacina — conta Shimon Harrus, da Escola de Veterinária Koret. — A pesquisa provou que estávamos certos. 

A vacina se mostrou efetiva num estudo experimental cujos resultados foram publicados na edição de dezembro da “Vaccine”. Ela foi desenvolvida a partir de um tipo de vírus atenuado da Ehrlichia canis. Doze cães foram divididos em três grupos. Quatro foram vacinados duas vezes com o vírus atenuado, quatro foram inoculados apenas uma vez e os outros quatro serviram de grupo de controle. Os cachorros vacinados não mostraram nenhum sinal da doença depois de serem inoculados e nem sofreram com efeitos colaterais. Depois, todos os cães foram posteriormente infectados com o tipo mais grave do vírus. O grupo de controle desenvolveu a doença de maneira severa. Quanto aos oito cães vacinados, só três apresentaram uma febre baixa. Os outros cinco animais permaneceram saudáveis. 

Até hoje, a única forma de evitar que cachorros contraíssem a doença era mantê-los distantes de carrapatos, tratá-los com carrapaticida ou limpá-los constantemente — o que é muito difícil, já que cada carrapato coloca nada menos do que quatro mil ovos. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Microchip



Identificação por microchip

Todo animal de estimação deve possuir uma identificação e existem várias maneiras de se fazer isso. A começar pelas simples e eficazes plaquinhas penduradas na coleira com o nome e telefone do dono, até métodos mais modernos como o uso de microchips. Se você não quer perder seu amigão, mantenha-o 24hs por dia identificado.

A identificação de animais através de microchip é um método bastante seguro, aplicável à maioria das espécies, como cães, gatos, cavalos, touros e vacas, aves, répteis e animais exóticos. Porém, muitas pessoas se confundem quanto ao uso de microchip, julgando ser possível a localização do animal através de radar, ou que o dispositivo carregue todas as informações do animal como nome, endereço etc..

Em alguns países como a Espanha, o uso do microchip é obrigatório em cães. Isso permite a fácil e rápida localização de animais perdidos ou roubados, uma vez que todas as clínicas veterinárias possuem o leitor para microchip. No Brasil, o uso do microchip é obrigatório em algumas espécies exóticas, como os ferrets. Isso permite o controle sobre o número de animais importados e a identificação de animais que foram comercializados de forma ilegal. O Centro de Zoonoses de SP já implanta microchips em animais de grande porte (cavalos e vacas) capturados e posteriormente doados. Caso esse animal apareça perdido novamente nas ruas, será mais fácil devolvê-lo ao dono.Na verdade, o transponder é uma minúscula cápsula implantada sob a pele do animal, de forma indolor, através de um procedimento tão simples quanto o da vacinação. O transponder carrega em seu interior um microchip. Cada microchip possui um número que é possíivel ser identificado através de um aparelho leitor manual. Assim, quando o microchip é implantado, estamos conferindo ao animal um "RG eletrônico" que não poderá ser adulterado. O número do microchip fica registrado em uma central com todas as informações necessárias sobre o animal.

O uso do microchip se amplia a cada dia. Não há registros de qualquer malefício que o dispositivo venha a trazer ao animal a longo prazo. Após a implantação, normalmente atrás do pescoço, o organismo se incumbe de encapsular o microchip, onde ele permanece por toda a vida do animal.