JS DOGSS

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Alimentação Canina

Me perguntam muito sobre alimentação canina , o ideal seria uma ração super premium e água fresca.
No momento existem inumeras rações super premium no mercado . Eu utilizo e recomendo a Royal Canin e a Eukanuba , que na minha opinião são as melhores rações no momento que existem no mercado . E fica a dica ,a unica ração não ( transgênica ) no mercado pet é a EUKANUBA visando assim a qualidade de vida e longevidade de seu cão .


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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Criada vacina contra doença do carrapato

Criada em Israel vacina contra a doença do carrapato
Substância ainda em teste pode evitar febre comum em cachorros
Vacina livraria cães da “doença do carrapato”, que pode ser letal 



Uma descoberta acidental pode salvar a vida de cães em todo o mundo. Durante testes para o estudo de bactérias em animais, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiram desenvolver uma vacina contra a erliquiose monocíclica canina, a chamada “doença do carrapato”, uma das enfermidades mais comuns, contagiosas, dolorosas e fatais para cachorros. A doença leva cães a sofrerem com coceiras, febre, falta de apetite, sangramento pelo nariz e fraqueza, além de causar morte em casos mais graves. Ela também afeta raposas, lobos e outros canídeos, além de gatos e até mesmo humanos, mesmo que com mais raridade. 

A novidade foi revelada quando uma equipe da Escola de Veterinária Koret, em Rehovot (Sul de Israel), ligada à Universidade Hebraica, desenvolvia projetos a partir de bactérias relacionadas a cães. Em certo momento, os pesquisadores perceberam que uma das bactérias, a Ehrlichia canis, que causa a erliquiose monocíclica canina, estava reagindo de forma estranha. 

— Estávamos lidando com outra pesquisa quando notamos que a bateria que estávamos usando experimentava mudanças, estava enfraquecendo. Esse foi o momento em que eu e meu colega, o professor Gad Baneth, decidimos checar se essa tendência poderia ser usada como vacina — conta Shimon Harrus, da Escola de Veterinária Koret. — A pesquisa provou que estávamos certos. 

A vacina se mostrou efetiva num estudo experimental cujos resultados foram publicados na edição de dezembro da “Vaccine”. Ela foi desenvolvida a partir de um tipo de vírus atenuado da Ehrlichia canis. Doze cães foram divididos em três grupos. Quatro foram vacinados duas vezes com o vírus atenuado, quatro foram inoculados apenas uma vez e os outros quatro serviram de grupo de controle. Os cachorros vacinados não mostraram nenhum sinal da doença depois de serem inoculados e nem sofreram com efeitos colaterais. Depois, todos os cães foram posteriormente infectados com o tipo mais grave do vírus. O grupo de controle desenvolveu a doença de maneira severa. Quanto aos oito cães vacinados, só três apresentaram uma febre baixa. Os outros cinco animais permaneceram saudáveis. 

Até hoje, a única forma de evitar que cachorros contraíssem a doença era mantê-los distantes de carrapatos, tratá-los com carrapaticida ou limpá-los constantemente — o que é muito difícil, já que cada carrapato coloca nada menos do que quatro mil ovos. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Microchip



Identificação por microchip

Todo animal de estimação deve possuir uma identificação e existem várias maneiras de se fazer isso. A começar pelas simples e eficazes plaquinhas penduradas na coleira com o nome e telefone do dono, até métodos mais modernos como o uso de microchips. Se você não quer perder seu amigão, mantenha-o 24hs por dia identificado.

A identificação de animais através de microchip é um método bastante seguro, aplicável à maioria das espécies, como cães, gatos, cavalos, touros e vacas, aves, répteis e animais exóticos. Porém, muitas pessoas se confundem quanto ao uso de microchip, julgando ser possível a localização do animal através de radar, ou que o dispositivo carregue todas as informações do animal como nome, endereço etc..

Em alguns países como a Espanha, o uso do microchip é obrigatório em cães. Isso permite a fácil e rápida localização de animais perdidos ou roubados, uma vez que todas as clínicas veterinárias possuem o leitor para microchip. No Brasil, o uso do microchip é obrigatório em algumas espécies exóticas, como os ferrets. Isso permite o controle sobre o número de animais importados e a identificação de animais que foram comercializados de forma ilegal. O Centro de Zoonoses de SP já implanta microchips em animais de grande porte (cavalos e vacas) capturados e posteriormente doados. Caso esse animal apareça perdido novamente nas ruas, será mais fácil devolvê-lo ao dono.Na verdade, o transponder é uma minúscula cápsula implantada sob a pele do animal, de forma indolor, através de um procedimento tão simples quanto o da vacinação. O transponder carrega em seu interior um microchip. Cada microchip possui um número que é possíivel ser identificado através de um aparelho leitor manual. Assim, quando o microchip é implantado, estamos conferindo ao animal um "RG eletrônico" que não poderá ser adulterado. O número do microchip fica registrado em uma central com todas as informações necessárias sobre o animal.

O uso do microchip se amplia a cada dia. Não há registros de qualquer malefício que o dispositivo venha a trazer ao animal a longo prazo. Após a implantação, normalmente atrás do pescoço, o organismo se incumbe de encapsular o microchip, onde ele permanece por toda a vida do animal.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Filhotes de Border Collie

Lembrando que Filhotes nascidos no Herz  der Welt Border Collie tem 10 % de desconto em Adestramento e Dog Walker . Acesse :

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Ninhada prevista para 09/2012. Devido ao grande sucesso da ninhada anterior e muitos clientes que ficaram sem os filhotes (pois nasceram apenas 2 meninas) resolvemos repetir o acasalamento. Façam já suas reservas. Cecília (Allecram RW Quaker) x campeão mundial de agility Dino (Urso dos Pardais). Ambos com chapa de displasia HD – (A). Dino tem CEA, TNS e CL normais e Cecília a testar, ou seja, no máximo teremos filhotes “carriers” para essas doenças, o que NÃO PREJUDICA NENHUM FILHOTE, NEM OS DEIXAM AFETADOS NUNCA. NUNCA APRESENTARÃO ESSAS DOENÇAS. Possíveis cores: marrom/branco e preto/branco. As escolhas serão feitas quando os filhotes atingirem a idade de 45 dias, seguindo a ordem de reserva dos compradores (ex: aquele que omprar a 2ª escolha será a segunda pessoa a escolher um filhote).

sábado, 18 de agosto de 2012

5 Liberdades preconizadas para o bem estar animal




Para que seja garantido o bem estar animal deve-se levar em consideração não apenas o estado físico desses seres, mas também o ambiente em que vivem, assim como seu estado psicológico.

Com a finalidade de facilitar a identificação de fatores que prejudicam o bem estar dos animais e auxiliar na defesa desse, em 2003, a FAWC (Farm Animal Welfare Council) preconizou as cinco liberdades dos animais (Five Freedoms).

Usando as próprias palavras da FAWC,  uma estrutura lógica e abrangente para a análise do bem estar animal dentro de qualquer sistema foi formada. Além disso, também estão presentes as etapas e os compromissos necessários para garantir e melhorar o bem estar animal.

De acordo com as cinco liberdades, os animais devem estar: livres de fome e sede; livres de desconforto; livres de dor, ferimentos e doenças; livres de medo e angústia; livres para expressar seu comportamento natural.

CINCO LIBERDADESMANEJO PARA O BEM ESTAR
Liberdade de fome e sede
( Liberdade Nutricional )
Água limpa e fresca e uma dieta saudável e equilibrada, de acordo com a espécie.
Liberdade de desconforto
(Liberdade Ambiental)
Ambiente adequado, incluindo abrigo e uma área de descanso confortável.
Livre de dor, ferimento ou doença
(Liberdade Sanitária)
Prevenção ou diagnóstico e tratamento rápidos.
Liberdade para expressar comportamento normal
(Liberdade Comportamental)
Fornecer espaço suficiente, instalações adequadas e companhia (preferencialmente de sua própria espécie animal).
Liberdade de medo e angústia
(Liberdade Psicológica)
Proteção, garantia de condições e tratamento que evitem sofrimento mental, medo, estresse.


Acreditamos que conhecer as cinco liberdades e interpretá-las é o primeiro passo para que seus conceitos sejam aplicados e disseminados. A partir do momento que passamos a conviver com um animal, somos inteiramente responsáveis pelo seu bem estar e garantia da sua qualidade de vida.

Duvidas sobre vacinação




1. Em filhotes pequenos, 95% de sua imunização é obtida através do consumo do colostro, que é o primeiro leite produzido pela mães durante um tempo curto logo após o nascimento.

VERDADE Se a mãe é imunizada contra as principais doenças infecciosas caninas, seus filhotes também irão se proteger por 6 a 16 semanas após o nascimento se eles consumirem o colostro logo após o nascimento.

2. Fêmeas revacinadas antes da cobertura passam mais anticorpos para seus filhotes pelo colostro do que as fêmeas não vacinadas.

VERDADE Quanto mais alta for a concentração de anticorpos contra doenças infecciosas na mãe, maior será a proteção que ela passará para seus filhotes. A revacinação causa um aumento na produção de anticorpos maternos.

3. Enquanto estão presentes, os anticorpos recebidos da mãe não vão interferir com a vacinação permanente dos filhotes.

FALSO : Os anticorpos recebidos da mãe vão interferir na produção de anticorpos produzidos pelos filhotes por algumas semanas após o nascimento.

4. A via de administração (usualmente intramuscular ou subcutânea) não tem efeito no nível de proteção produzido em cães com idade para serem vacinados.

FALSO : O efeito da via de administração na resposta vacinal depende da vacina que é aplicada. Por exemplo, a vacina anti-rábica é mais efetiva se for administrada pela via intramuscular do que a via subcutânea. Com a vacina contra Cinomose, ambas as vias são igualmente efetivas.

5. Cães idosos(mais de sete anos de idade) podem ter uma diminuição na habilidade de produzir anticorpos após vacinação, então devem ser revacinados anualmente.

VERDADE Cães idosos não produzem anticorpos vacinais tão bem como cães mais jovens. A duração da proteção com uma vacinação única será mais curta em animais idosos. A revacinação anual impede que os níveis de anticorpos de proteção diminuam deixando o animal exposto a doenças.

6. A vacinação de animais que já estão doentes, irá prevenir a progressão da doença.

FALSO : A vacinação de animais doentes não irá prevenir a progressão da mesma, pois os anticorpos vacinais demoram vários dias até atingirem níveis de proteção que impeçam a progressão da doença. 7 dias a duas semanas são necessários para que o organismo produza quantidades suficientes de anticorpos para proteger os animais contra as doenças. Os anticorpos devem estar presentes antes da exposição do paciente ao agente causador da doença.

7. Filhotes vacinados devem ser protegidos do frio, pois a friagem reduz a quantidade de anticorpos produzidos após a vacinação.

VERDADE Pesquisas recentes em ninhadas separadas por sexo, idade e peso, demostraram níveis significativamente maiores de anticorpos em filhotes que não ficaram expostos ao frio durante o tempo de formação de anticorpos após a vacinação.

8. Cães não devem ser vacinados contra Cinomose, Hepatite, Leptospirose, Parainfluenza e Parvovirose, pois eles irão adquirir naturalmente imunidade.

FALSO : Todas as doenças citadas acima podem ser fatais. Quando o animal se recupera de uma desta doenças, o seu organismo pode realmente ficar imune a esta doença, mas as lesões nos órgãos e sistemas pode ser tão severas que podem predispor o animal a ter inúmeras outras doenças.

Cinomose



Enfermidade infecto contagiosa, que afeta só os cães entre os animais domésticos. Causada por um vírus, sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns. Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar se não vacinados.

Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado. Essa transmissão é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele.

O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites (pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.

Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias. Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal. Depois disso pode ser que apareçam os sinais e sintomas típicos da cinomose.
Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.

O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.

Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar. Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia. Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos, tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal. 

Em uns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono, ou em outros, ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda; por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior ('descadeirado'). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).

É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão sua sobrevivência ou não. Digo quase exclusivamente, porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua "guerra" com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza, aconselhar a alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.

Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se a morte vai ser rápida ou lenta.
A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.